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sábado, 25 de agosto de 2012

Open PS2 Loader 0.9 lançado

A espera terminou. A tão aguardada nova versão do melhor loader do Playstation 2 finalmente saiu com várias novidades.
A princípio não parece ter tido evolução alguma, porém o programa está bem melhor, mais estável e mais compatível com games e dispositivos.

Confira os novos recursos:

Principais características:

Núcleo do programa

- Compatibilidade com vários jogos incrementada;
- Melhor compatibilidade para jogos DVD9;
- Desabilitado o auto-reflesh da lista de jogos por padrão (ocasionava travamentos);
- Configurações relacionadas a DNAS/VMC/DMA/COMPAT são agora salvas em sistema 'um-arquivo-por-jogo';
- Adicionado suporte para HD Pro;
- Adicionada melhor emulação de CD Tray (compatibilidade para os jogos A2M);


Funções e configurações

- Várias implementações no lay-out; suporte à Temas/ARTs ainda mais
customizados; suporte a info page (página de descrição para o jogo);

- USB Delay: (tempo de acesso USB configurável: Melhor compatibilidade
com dispositivos USB diversos, previne travamento em tela amarela ou
preta via USB);

- Callback Timer (CDVDMAN Delay): Melhora compatibilidade com certos jogos (inicialmente para Shadow Heart 2);

- Modo 7 de compatibilidade não mais usado (código não usado removido);

- Adicionado ETH/USB Prefix path: para definir manualmente o caminho do compartilhamento (útil para dispositivos NAS);

- Automatic HDD spin down (HDD/NA): Permite configurar um tempo antes que a função spin down do HDD atue;

- Seleção de modo de vídeo da GUI AUTO/PAL/NTSC + opção de Vsync (interface gráfica somente);

- IGR Path: Caminho do IGR configurável (MC e USB);

- Check USB Game Fragmentation: Checagem/indicação de fragmentação de arquivos na USB;

- Custom ELF: Permite indicar um arquivo executável ELF em específico;
útil para coletâneas (jogos multi-ELF montados com PS2LOad/Multiloader) e
para jogos com ID fora de padrão (hacks, demo discs etc).


Texto do Gillberto Moreira
Comunidade Open PS2 Loader no Orkut com download do programa, sua tradução para português Br e outras cositas mas:

http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=99015437


A seguir fotos das novas opções:




Confira nesse vídeo abaixo o programa na prática:

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Joysticks: fatão

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

PS2 - Conheça o Open PS2 Loader




Já aposentou seu Playstation 2?
Se ainda não, gostaria que conhecesse esse ótimo homebrew para o PS2, o Open PS2 Loader.


Esse programinha é uma das melhores maravilhas já criadas não oficialmente para o PS2. Ele possui várias funções quando o assunto é rodar jogos.
Confira:


O OPL pode rodar jogos instalados em um hdd, seja ele interno (via Network Adapter nos modelos fat do PS2), seja ele externo (via usb). Assim como faziam o HD Loader e o USB Advance respectivamente, só que com muito mais recursos e jogos compatíveis.
Além do hd externo via usb, pode tambem rodar jogos através de um pen drive ou cartão de memória e até aquele mp3 antigo a pilha, contanto que esteja instalado corretamente.


Outra coisa bem legal é rodar jogos pela rede (cabo crossover) estando os mesmos no hd do seu PC. Isso mesmo! Não tem hdd ou pen drive? No problem! Instale os jogos de PS2 no seu PC e use o seu PS2 para acessá-los e rodá-los numa boa. Sem falar que você pode instalar os jogos no hdd do PS2 via rede, fazendo isso pelo HDD Server, que já vem integrado ao OPL. E você pode também acrescentar mais aplicativos dentro do programa, tornando seu PS2 uma central de entretenimento, com visualizão de imagens jpg, execução de mp3 e avi, jogos em emuladores, etc.


E não pára por ai: na versão atual (0.8), você pode salvar seus progressos e configuração dos jogos em um memory card virtual, criado tanto no dispositivo usb, no hd ou no seu PC.
Você pode também colocar uma imagem referente ao jogo (capa) na lista de jogos, uma para cada jogo. E criar temas e planos de fundos, para costumizar a interface do programa ao seu gosto.


Confira as características oficiais do programa:
Crédito: Gilberto Moreira do fórum Ovelha Inflável

- Compatibilidade com diversos jogos adicionada e melhorada;
- Adicionado suporte a leitura direta de ISO para USB e Rede (SMB);
- Compatibilidade com diversos dispositivos NAS melhorada e adicionada;
- Opção de autenticação de segurança para os módulos SMB;
- Várias melhorias no modo Rede;
- Adicionada sessão APPS (para executar ELF's diretamente do loader);
- Adicionada compatibilidade para novos HDD USB com clusters de 1K/2K/4K;
- Compatibilidade com dispositivos USB melhorada;
- Adicionada total compatibilidade com PS2 antigos (SCPH-10000 JPN)

Mudanças na GUI (Interface Gráfica)

- Tela totalmente redesenhada;
- Adicionado suporte a Cover Arts (Permite visualizar capas dos jogos);
- Temas totalmente customizáveis;
- Suporte para ler/gravar as configurações a partir de HDD e USB;
- Adicionado VMC - Virtual Memory Card (Memory Card Virtual, permite gravar saves de jogos em USB, HDD ou SMB);
- Adicionado HDD Server (para instalar jogos no modo HDD/NA em Rede);
- Adicionada função para renomear e deletar jogos na lista;
- Modo childproof: Impede que configurações sejam alteradas de modo indevido;
- Adicionada habilidade para atualizar listas de jogos.

Você não precisará também de ter o jogo original para jogar online pelo seu PS2.


Na tela acima, 4 jogos instalados no hdd do PS2 e prontos para rodar. Note a capa de Resident Evil 4 à direita e o disco à esquerda.

Lembrando que você não precisa mexer no seu hdd do PS2 caso já usava ele com o HD Loader. TODOS os jogos instalados anteriormente via disco, via Winhiip ou via rede funcionarão corretament no OPL.


É um programa recomendadíssimo para os amantes do Playstation 2, principalmente os que não deixarão o console de lado tão cedo, mesmo com todo o barulho criado pela nova geração de consoles.


Ai vão alguns links úteis:


Comunidade Open PS2 Loader no Orkut. Entre e baixe o programa, aprenda instalar jogos, tire suas dúvidas, confira a lista de jogos compatíveis, adicione os jogos que você conseguiu jogar e debata a respeito:
Clique aqui

Manual do programa no fórum do site Ovelha Inflável:
Clique aqui

Fórum do site PSX-Scene (dos criadores do programa):
Clique aqui

Vidas infinitas, até a próxima!

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Como converter jogos PAL para NTSC PS2

Mais um tutorial porque o blog não pára!
Nesse, vou ensinar a converter jogos de Playstation 2 que são PAL (formato de vídeo europeu) para NTSC (formato de vídeo americano).
Como muitos sabem, jogos europeus costumam ficar em preto e branco ou com a tela muito esticada ou deslocada, faltando num canto e sobrando em outro, nos consoles americanos e nas tv's brasileiras.
Para resolver isso, bastar aplicar um patch na iso do jogo. Mas tem ser iso mesmo, beleza? Outra formato não funciona.

Primeiramente clique aqui para baixar o programa que aplica o patch.

Então na pasta que você baixou, execute o arquivo "Conversor PS2 Pal 2 Ntsc Y Fix" (o logo do Playstation). Essa tela será exibida:



Cliquem "Browse" para procurar iso no seu pc e dê um duplo clique nela:



Marque a opção "Make PN Selector" e clique em "Patch file":





Pronto! Só gravar o jogo em disco ou instalar no hd do PS2 e sair jogando.
Testei em alguns jogos e funcionou beleza. Se não der certo em um jogo, tente em outro.
Abraço e vidas infinitas!

quarta-feira, 28 de abril de 2010

HD Loader: revertendo o hd para windows

Beleza, pessoal? Mais um tutorial pra ajudar quem tá precisando.
Vou ensinar aqui a reverter o hd formatado para usar no PS2 (sistema FAT32), para que ele funcione novamente no Windows (sistema NTFS).
Se você está pensando em se desfazer do seu Playstation 2, ou está querendo usar o hd dele no pc de novo, aprenda aqui a fazer isso.
Lembrete: esse tutorial é para usuários avançados em hd no PS2, beleza? Requer um certo conhecimento em hardware e no próprio Windows.
Ele foi feito no Windows XP SP2 e SP3 e eu não garanto funcionamento em outra versão. Eu usei um hd IDE (óbvio) Seagate Barracuda 7200 de 400 Gb.

Então mãos à obra!

Bem, no XP SP3, eu liguei o hd direto na placa mãe do pc.
No XP SP2 eu usei um adaptador IDE/USB e liguei na porta USB traseira do pc. Nas duas ocasiões, tudo correu bem e o hd foi restaurado para NTFS.

Após fazer a ligação do hd de PS2 no pc, proceda assim:

1- Abra o menu Iniciar e clique em:
Painel de controle >> Ferramentas administrativas >> Gerenciamento do computador

Uma nova janela se abrirá.

2- Olhe embaixo à esquerda e clique uma vez em "Gerenciamento de disco". Aguarde.

3- Aparecerá a janelinha do "Assistente de inicialização e conversão de disco".
Clique em "Avançar".

4- Vai ser exibido o disco do PS2 com um número, no meu caso, o Disco 6.



Clique em "Avançar".

5- E em seguida clique em "Concluir".

6- Na tela do Gerenciamento computador, olhe na parte de baixo à direita e procure pelo hd do PS2.
Oriente-se pelo tamanho dele em GB ou lembre-se do número dele na tela do assistente (o meu é 6, lembra?)
Ele estará como "Não alocado"

7- Clique com direito nele como mostrado na foto abaixo e escolha "Nova partição".



O Assistente abrirá de novo.

8- Vá clicando em "Avançar".
Então a formatação se iniciará e em alguns segundos mostrará a porcentagem:



Se você preferir, após o passo 5, você pode ir ao Meu computador (tecle Iniciar+E),
clicar com direito no hd e mandar formatar. Dá no mesmo. Lembre-se da letra atribuida à ele no passo 4.


Espero que esse tutorial ajude.
Caso ocorra alguma dúvida, recorra à Comunidade do HD Loader no Orkut.

Abraço e vidas infinitas!

terça-feira, 16 de março de 2010

Análise Time Splitters 2

O jogo de tiro que mais fez minha cabeça no PS2. Das fases mais bem desenhadas do modo Story até os tiroteios mais doidos do Multiplayer, Time Splitters 2 já me rendeu, talvez, uma centena de horas de jogatina pura. Vamos a alguns destaques desse FPS que, com certeza é um clássico do videogame.





Gênero: Ação em 1ª pessoa
Desenvolvido por: Free Radical Designs
Publicado por: Eidos Interactive
Lançado em: 09/10/2002 pra PS2, 17/10/2002 pra Xbox e 16/10/2002 pra Game Cube
Classificação: 13 anos (cronfronto armado)

Gráficos:

O jogo não chega a ser um Halo da vida graficamente falando, mas convence muito.
Uma coisa que não dá pra não perceber é o visual caricato dos personagens. Chega até a ser engraçado algumas figuras que aparecem.
O jogo tem uma coisa que eu detesto em qualquer título: a movimentação dos personagens. Não importa se ele é gordo ou magro, alto ou baixo, ele se move sempre de uma mesma forma. A maneira que você segura a arma é um tanto estranha. Independente do calibre ou tamanho dela, seu personagem sempre segura com uma mão só. O recarregamento delas não me agradou também.
Esses dois quesitos acima lembram o jogo The World Is Not Enough 007 pra PS1.
As fases têm um design muito bom. Elas têm um aspecto que conseguem muito bem passar a sensação de passado, presente e futuro que o título propõe. Os detalhes não estão presentes aos milhares, mas conseguem criar um clima bem legal no jogo. Apesar de tudo, eles agradam à todos.


Usando a Minigun, tenha em mente que ela se aquece depois de muitos disparos seguidos e vai atirar mais lentamente. Ela demora a girar os canos pra poder atirar. Para que os canos fiquem girando, aperte o botão de tiro secundário uma vez. Isso vai deixá-la 20% aquecida.




Não fique próximo dos personagem em chamas para não se queimar também!

Jogabilidade:

A jogabilidade é ótima. Usa muito bem todos os botões do joystick. As respostas aos comandos são rápidas, exceto à troca de arma que demora um pouco às vezes, e isso me deixa @#$$%*...
O legal é que os botões são totalmente customizáveis, algo muito raro em qualquer jogo. E isso ajuda muito, já que a configuração padrão dos botões não é lá essas coisas.
Estranhamente nesse jogo não há um comando pra pular. Sendo assim, o comando “Strafe” (passo para o lado) será muito requisitado durante os tiroteios.





Som:

As músicas são boas. Criam muito bem um clima em cada situação ou fase. Os efeitos de tiros ou explosões são apenas médios. Mas ninguém reparará nisso no Multiplayer onde o tiroteio é intenso.


Na fase de Notre Dame, salve as gatas para dar continuidade à missão.

Diversão:

É o que não falta nesse título desenvolvido pelos mesmo criadores do incrível GoldenEye do N64. O modo Story em si é até longo. Mas não pense que é só sair atirando feito doido varrido. Tem de usar os neurônios pra se dar bem pelas longas fases. E é bom eles não estarem enferrujados, pois se você morrer, volta tudo de novo na fase. Ainda bem que tem os queridos Checkpoints que ajudam muito. Há alguns enigmas a lá Resident Evil (tem até zumbis).
A variedade de armas é enorme, mas todas fictícias. Não há sangue (nem faz falta isso), mas é possível arrancar cabeça de zumbis com tiros.
A alma da diversão está no Multiplayer que suporta até quatro jogadores. Há dezena de personagens à escolha, todos distintos entre si, e inúmero modos de jogo. A diversão é insana, mesmo jogando contra os bots que contam com uma AI bem apurada. Eles se esquivam e se movimentam muito bem pelos cenários, independente de relevo ou paredes. Acha que pode fugir deles? Eles irão atrás de você debaixo da saia da sua mãe!
Cansou das fases convencionais? Que tal criar a sua própria fase? Isso é possível. As possibilidades são infinitas...





Concluindo:

Eu não cheguei ainda a jogar o TS 1 (Tão pouco o TS3), mas esse TS2 arrebenta com certeza. Eu recomendo aos amantes de um bom FPS. O fato de você viajar no tempo já dá uma variedade grande de armas que vão desde um besta primitiva até um rifle de plasma futurista. O jogo tem versões pra PS2, Game Cube e Xbox. Eu prefiro a versão do X por causa de suas confortáveis alavancas analógicas que caem como uma luva pra esse tipo de jogo.
Ponto merecido pra Eidos e Free Radical!


Esse rifle possue um escudo de energia. Pressione o botão de tiro secundário para ativá-lo. Isso esgotará a energia do rifle lentamente. Segure o botão de tiro normal para um disparo mais forte.


Olha o tiro secundário de novo ai: pressione-o com o Rocket Launcher para disparar três foguetes simultâneos.


Gráficos: 9,3
Jogabilidade: 9,0
Som: 8,0
Diversão: 10,0

Laughing Prós: Muitas armas, muitos modos de jogo
Rolling Eyes Contras: Movimentação dos personagens, empunhamento e recarregamento das armas.

terça-feira, 2 de março de 2010

Análise Prince of Persia Warrior Within PS2

Saudações gamers. Depois de meses sem nenhuma análise nova, estou de volta com um dos melhores games de ação de todos os tempos. Trata-se da seqüência do melhor jogo de ação de 2003. Com vocês, Prince of Persia Warrior Within.



Lançamento: 30/11/2004
Produtora: Ubisoft
Gênero: Ação/aventura
1 Jogador

Também disponível paraXbox, Game Cube e pc

Recomendado para maiores de idade
Cenas de sangue animado
Confronto armado e agressão física
Palavras de baixo calão

Você tem de morrer...

Dãããã, todos nós morreremos um dia, diria você. Mas o problema é que você tem de morrer agora mesmo, o quanto antes, pois você fez uma coisa muito terrível. E o preço disso é a sua inexistência. Você enganou a morte quando deveria ter morrido e isso alterou todo fluxo temporal. E pra tudo voltar ao normal, só uma coisa é necessária: sua morte. E é ai que começa seu dilema em Warrior Within. É ai que começa a maior aventura de sua vida.
Mas como você conseguiu enganar a morte?



A gravidade não é problema problema pro príncipe acrobata


Você tem de morrer...

Em Sands Of Time, na cena em que você pega a adaga do tempo, você deveria ter morrido. Foi onde tudo começou a mudar. Voltando no tempo e escapando da morte, você mudou a linha do tempo, fazendo a realidade cronológica se tornar uma bagunça. E cada vez que usava a adaga do tempo, uma linha temporal alternativa era criada e seguia em uma direção totalmente diferente.
Até ai tudo bem se não existissem os guardiões do tempo, encarnações do destino que cuidam da realidade cronológica. E eles não estão nenhum pouco felizes com essa “bagunça” criada por você. Enviam em seu encalço o grotesco gigante Dahaka, a encarnação da própria ruína. E ele não descansará até cumprir sua missão: matar você.
Desde então você passa de um jovem impetuoso à um guerreiro selvagem e desesperado. Sua única esperança (e não certeza) é Kaileena, uma das guardiãs do tempo.
O desespero e a pressa te acompanhará a cada passo de agora em diante.




Você tem de morrer...

Tá, mas primeiro explore a ilha da guardiã Kaileena. Não, não é uma ilha tropical. Muito pelo contrário. O local é muito macabro. Repleto de areia do tempo, corrompeu os muitos que se aventuraram por lá. O título não se tornou um jogo de terror, mas pode ir esquecendo as almofadas do quartos luxuosos de Sands of Time e todos seu ar etéreo de mil e uma noites. Warrior Within vira tudo isso de pernas pro ar. Fugindo de Dahaka quase que o tempo todo (Nemesis, Resident Evil 3?), tudo tem um ar de urgência, com inimigos inteligentes, gigantes que quebram paredes, as tradicionais armadilhas, sangue, decaptações e verdadeiros fatalities estilosos. Fatiar os servos da imperatriz é o que você mais vai fazer. Tudo isso com o toque da voz amargurada do príncipe pensando alto o tempo todo, e uma trilha sonora pauleira.




Você tem de morrer...

Mas com honra e ótimos gráficos. PoP WW é um show gráfico. Os efeitos de luzes, com tochas, metal derretido, luz se projetando pelas frestas de paredes de madeira, folhas ao vento, capim, arbustos, pedras. Tudo a sua volta tem um capricho e tanto.




Morrer sim, mas...

Antes encha eles de porrada! A jogabilidade está bem mais selvagem, dando ênfase ao subtítulo do jogo. Praticamente tudo a sua volta serve como arma, ou apoio pra uma acrobacia que deixa os inimigos sem saber onde enfiar suas lâminas. Inúmeros combos foram inseridos, desarmamentos, corridas nas paredes com auxílio de cordas e cortinas e um pequeno, porém importante detalhe: uma espada em cada mão. Simplesmente animal a jogabilidade. Os pontos fracos são a câmera, que as vezes se posiciona na sua frente, mostrando o que está nas suas costas e fazendo você pular direto para o game over. E a esquiva nem sempre leva o príncipe pra onde você o direciona. E às vezes faz você se jogar de um precipício involuntariamente ou se jogar contra um chão cheio de lâminas.



Haha! Mate o Jackie Chan de inveja com suas acrobacias.

Arrebentando na Pérsia

No final das contas, PoP WW é um título imperdível para os amantes de uma boa pancadaria acrobática com bons toques de inteligência. Alguns bugs aqui e ali, loading meio demorado, nada abala o jogo. Altamente recomendável e indispensável para sua coleção de ótimos games.




Arrow Prós:
A jogabilidade amadureceu muito;
Os gráfico estão soberbos;
A trilha se encaixa bem em cada momento;

Arrow Contras:
A esquiva poderia ser mais precisa;
A câmera é meio lenta manualmente;
As vezes é muito chato ficar pra lá e pra cá no castelo pra completar objetivos.


Gráficos: 9,2
Jogabilidade: 9,1
Som: 8,9
Diversão: 9,0
Fator Replay 8,0


Ataque por trás é covardia, mas também olha o tamanho do inimigo







Bônus:






sábado, 26 de dezembro de 2009

Playstation 2 numa tela LCD

O


Uma dúvida que assola os gamers é se devem ou não comprar uma tv LCD pra ligar seu PS2 nela. Bem, dá certo. Achei um video numa comunidade de PS2 no Orkut. O seu investimento não será apenas na tv se quiser uma imagem nítida. Você pode jogar beleza com um cabo normal do PS2, o de vídeo composto. Mas você não terá uma imagem excelente.
Fiz um teste aqui em um tv LG e a imagem ficou meio borrada, como se o contraste estivesse no mínimo.
Para uma imagem mais nítida, deve comprar um cabo de vídeo componente. 
Testei alguns jogos e o resultado foi ótimo.
- GTA San Andreas: texto, que é branco e pequeno, ficou bem mais legível.
- Mortal Kombat Deception e Armaggedon: imagem perfeita, principalmente em widescreen e com progressive scan ligado
- God of War 1 e 2: err... esse não ficou bom, parece um pc rodando em 640x480 de resolução no monitor. Ficou meio feio.
- PES 2010: texto e cores bem melhores
- Resident Evil 4: gráfico mais limpo levemente
- Winback Covert Operations: cores mais vivas


Entre outros. Compensa muito investir no cabo.


Cheque no vídeo a seguir:



Veja também:
Videogame estraga TV?

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Como jogar PS2 no monitor do pc

O

Outro tutorial pra vocês. Esse é pra quem está sem tv (ou não) e quer usar o monitor do pc como tv para jogar no seu Playstation 2. O tutorial não serve apenas para PS2, serve também para qualquer outro aparelho que tenha saida de vídeo composto, o tradicional cabo de áuvio e vídeo, com plugues nas cores branca e vermelha para áudio, e amarela para vídeo. Seja um Xbox, um Game Cube, uma câmera filmadora, etc.

Devo avisar antes que não tentei fazer. Mas como assim? Eu apenas achei esse vídeo muito interessante e bem explicadinho, e quero compartilhar com todos.
Não pude fazer o teste na prática pois minha placa de vídeo tem apenas saida, e não entrada de vídeo.

Espero que ajude a quem precisar. O áudio fica um pouco atrasado mas dá pra entender beleza.
Veja o vídeo a seguir:

domingo, 1 de novembro de 2009

Análise: Burnout Dominator PS2

Salve salve, galera. Eu mais uma vez em mais uma análise de mais um super hit do Playstation 2: Burnout Dominator, a quinta versão da melhor série de corridas no bom e velho estilo arcade. Altamente recomendado para os amantes de velocidade, o jogo vale o quanto pesa, ou melhor, vale o quanto é veloz e bonito...



Lançamento: 6 de março de 2007
Gênero: Corrida
Classificação etária: 10 anos
Jogadores: 1 a 4 em tela dividida
Desenvolvido por: Criterion Games
Distribuição: EA Games

Gráficos

Desde sua primeira versão em 2001, o jogo prima pela alta qualidade em seus gráficos, mesmo no relativamente inferior Playstation 2. Sempre com pistas vastas e altamente detalhadas, efeitos gráficos como partículas e sol ofuscando sua visão refletindo tanto na lataria dos veículos quanto no asfalto, pouco jogos de velocidade se equipararam à sua beleza.
Nessa quinta versão (pra PS2, não considerando Burnout Legends pra PSP e Nintendo DS), o jogo está simplesmente magnífico em visual. Ainda com a engine robusta da Criterion e o capricho gráfico da experiente EA Games, ele herda tudo de bonito que há em Burnout Revenge. Tudo foi mantido, ou melhor, melhorado, inclusive a aliviada nos slowdowns, levando em conta que eram causados apenas pelo frenético modo Traffic Attack, onde você tinha de bagunçar o trânsito, atropelando dezenas de veículos. Os carros se mantiveram lindos com os cenários se refletindo neles, sua geometria foi levemente melhorada e os amassados continuam super reais. A sensação de velocidade está altíssima fazendo você cerrar os dentes a cada curva a 250 km/h, a cada ultrapassagem perigosa, a cada takedown. É de tirar o fôlego ver como tudo flui rapidamente na tela sem nenhuma câmera lenta.


Não tenha vergonha de jogar sujo. De um chega pra lá em quem emparelhar com você!

Jogabilidade

O que seria de um jogo lindo se você vai passar raiva com sua jogabilidade? Sempre gostei da jogabilidade do Burnout, seja no PS2, seja no Xbox. Esse quesito não chega a ser tãããão importante em um jogo de corrida, mas mesmo assim o Burnout sempre fez bonito. Na versão Dominator ela continua ótima. Alguma posição de botão aqui e ali que seria melhor se pudesse ser mudado, como o botão de Impact Time que é muito perto do botão de Crashbreaker, pode se considerado falha, mas gamer que é gamer se adapta a qualquer clássico. Mesmo assim ainda sinto falta daquela manha de sair com boost na arrancada, principalmente pra fazer o Hotrod sair empinando...


Acidentes espetaculares e gráficos estonteantes: esse é um Burnout legítimo

Som

As músicas passam um tanto despercebidas devido à bagunça que rola na tela. Mas foram bem escolhidas por serem todas licenciadas com boas bandas de rock pauleira. Os efeitos sonoros são ótimos. Só o som do da troca de marcha que ficou meio abafado. Os efeitos das batidas são legais, o som dos motores e pneus em drifts ídem. Se encaixam bem na ação.


O drift é essencial. Entre rasgando nas curvas sem medo de bater no muro.

Diversão


Nesse quesito, BD arregaça! Sem exagero. A diversão extrapola os limites do PS2. Você sempre soltará um "hehehe" sacana quando mandar um rival de encontro à parede ou fechar a pista ao tomar um crash e usar o Impact Time seguido de Crashbreaker mandando todos pelos ares. Os bugs de câmera que faziam feio no Burnout Revenge foram corrigidos nos takedowns.
O computador está mais inteligente e não toma takedown de graça e, dificilmente você o pegará de surpresa pois ele sempre reage baseado em sua posição em relação à ele na pista. Provavelmente você acha que isso tornou o Road Rage mais chato jogando contra a cpu... Errado! Tornou todas as corridas no modo Career mais difícil e competitivo, dando longa vida ao jogo. De cara você achará que o jogo está fácil, mas há alguns objetivos e sub-objetivos que darão um certo trabalho para serem completados. Nâo é nenhum pouco fácil acertar 3 takedowns em um único rival numa única corrida.
Inexplicavelmente o modo Crash ficou de fora. Era um dos mais divertidos na minha opinião. Outros modos do BR continuam com excessão do Traffic Attack.


Arrebente as cercas para entrar em atalhos para um caminho mais curto pra vitória.

Trocando em miudos


Burnout Dominator é de longe o mais veloz e divertido jogo de corrida arcade de 2007. Altamente recomendado para os colecionadores de clássicos de PS2. Pegue-o de olhos vendados! =]

Ponto forte
Alta velocidade com beleza e sem slowdonws. AI aprimorada.

Ponto fraco
Como nos anteriores, bem que poderia ter um radar da pista para se bolar melhor as investidas pelo menos no modo Road Rage. Loadings meio demorados tiram um pouco a adrenalina entre uma partida e outra, prepare um hd pra agilizar as coisas.


Gráficos 9,3 Very Happy
Som 8,8 Smile
Jogabilidade 9,4 Very Happy
Diversão 9,8 Laughing
Fator Replay 9,7 Laughing